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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Fique Optimus com a Optimus Home!

Faz hoje 6 anos que deixei a Optimus Home para abraçar um outro grande desafio.
Nestes 6 anos cresci muito enquanto pessoa e profissional, aprendi muito, assisti ao crescimento de um conceito, de uma marca, da qual me orgulho, e que muito me apraz fazer parte.
Contudo nunca poderia deixar de esquecer quem me viu nascer atrás de um telefone, a vender telefones. Uma casa que me ensinou as máximas que ainda hoje emprego, uma família que me levou longe. Digo que será muito difícil na minha vida encontrar uma equipa tão especial como aquela que encontrei na Optimus.
A vida é feita de sentimentos. Não podia deixar passar o dia de hoje sem enviar um enorme abraço para toda a família OH de há 6 anos atrás do Call Center Ferreira Dias.
Um abraço cheio da saudade que só os amigos, a distância e o tempo conhecem. Um abraço repleto do espírito sincero de que era feita a nossa equipa, da imensa humanidade que nos juntou. Até sempre.
 
Bárbara de Sotto e Freire
06 de Outubro de 2014

sábado, 16 de junho de 2012

Cari amici...

Cari amici,

Já tinha saudades da viagem solitária que a escrita me proporciona. Saudades dos momentos de reflexão e desabafo. Ao longo destes meses em que não escrevi senti falta da caneta e do toque do papel. Senti a falta do som das teclas que outrora os meus dedos  dedilhavam tão ou mais rápido que o meu pensamento. Durante esta ausência escrevi textos no meu pensamento mas não os conseguia transpor para um plano visível e palpável e isso deixou-me frustrada muitas vezes. Outras vezes quase me obriguei a escrever, mas acabei por apagar as palavras que saíram dos meus dedos, que saíam do lado mais racional desta minha cabeça complicada. Outras vezes fiquei a olhar para o ecrã branco e pensei "o que se passa comigo?". Vezes havia em que queria escrever, mas por razões profissionais, ou por outras obrigações, não o podia fazer. Mas ao longo da última semana, foi como se a necessidade de escrever fosse crescendo e as ideias fossem brotando, e enfim, cá estou eu, a escrever, furiosamente, a teclar, cheia de entusiasmo, e sorrindo, contra um ecrã que se enche, repleto de palavras, de sentimentos e emoções, de histórias.
In definitiva...
Ao longo destes meses de ausência a vida não foi particularmente afável comigo. Aprendi que as pessoas são inconstantes, encontrei mais pessoas escorregadias do que aquelas que esperei encontrar ao longo de toda a minha existência, aprendi que a vida não é preto no branco (acho que ainda não aprendi, mas é uma constatação cada vez mais frequente), e que há pessoas que merecem apenas um cartão de saída da minha vida sem qualquer V de volta. Ao longo destes meses despedi-me de muitas pessoas. Sem mais nem menos, as pessoas vão. Morrem, vão quando menos se espera, mudam de emprego, mudam de local de residência, mudam de local de trabalho. As pessoas que consideramos serem fundamentais para as nossas vidas terem algum equilíbrio vão. Aquelas pessoas a quem nós damos tudo para ficarem, a quem nós alimentamos a presença, a quem nunca daríamos razões para nos darem um bilhete de saída, ou a quem nunca daríamos um bilhete apenas de ida. A vida é controversa e amarga.
Non capisco!
Neste espaço de tempo foi Outono, foi Inverno, é Primavera, e quase Verão.
Contudo o tempo permanece incerto.
Dediquei-me a aprender as plantas, a ciência do seu uso. Fiz sacrifícios imensos para me tornar uma melhor profissional. Sacrifiquei horas dos meus dias e dias dos meus anos para ter as minhas tarefas laborais prontas a tempo e horas, com o mínimo de lapsos possíveis, com o maior brio e dedicação.
Até agora sinto uma coisa estranha... Trabalhamos para ser reconhecidos?
Naturalmente.
Ao longo destes meses, fiquei mais velha. Tenho brancas. Tenho rugas, olho para o espelho e vejo-me a envelhecer. Só me pergunto e me questiono acerca do que conquistei até hoje, até agora.
Pergunto-me se conquistei corações, se conquistei sorrisos, se serei importante para alguém ou para muita gente, se deixarei saudades. Pergunto-me até que ponto fui importante para o mundo.
Apaixonei-me e desapaixonei-me. Fiquei com raiva e depois fiz as pazes comigo mesma. Hoje acho que nem sequer me apaixonei. Raios partam o coração e as leis da atração ou lá o que isso é.

E foi assim, um devaneio de emoções, um afogar no trabalho para não ter que pensar no resto. Um resto que por vezes não há. Uma falha emocional grave. Foi assim. Desviar o emocional para o racional, para esquecer o que falta.
Que faltas lá tu no almoço de Domingo, que faltas lá tu ao telefone, que faltas lá tu com o teu sorriso, que faltas lá tu, qual pit bull, que faltam lá todos vocês.
Faltam lá todos vocês. Por isso estou imersa em mim.

Mi manca la tua presenza.
Voglio Dom.

Bárbara de Sotto e Freire

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Só isto, e apenas eu




Depois de 2 meses de ausência, regresso.



A necessidade de me compreender é a responsável por voltar a escrever. [Como se essa necessidade não estivesse sempre presente.]
Sinto, hoje, que cada segundo conta para realizar os sonhos. Até aos vinte vivemos como se fossemos imortais, temos o tempo todo do mundo, e o mundo, por nossa conta. Vivemos como se houvesse amanhã, para sempre.
Depois dos vinte, mais dia menos dia, sentimos que afinal o tempo passa, que quem nos é querido nos falta, que talvez seja bom começar em concretizar, e não apenas sonhar. Vivemos como se o amanhã fosse mais um dia numa longa caminhada que tem fim. E a determinada altura a urgência do tempo é tanta que queremos sentir tudo até ao limite, numa eclipse vertiginosa, porque o amanhã pode não existir. Queremos abraçar os nossos avós todos os dias, e dizer-lhes obrigada, queremos ser fieis aos princípios que os nossos pais nos incutiram, queremos ter a nossa família bem perto, com receio de a perder sem nos termos dado a oportunidade de lhes dizer o quanto gostamos deles. Os amigos... A esses queremos agradecer-lhes todos os dias por acreditarem em nós, por nos darem força, enfim... Temos a lucidez de sentir que não vale a pena tanta divergência, tanta ausência, tanta falta.

Quando olho para trás e vejo as pessoas que foram realmente importantes na minha vida, sinto que poucas me restam. Umas porque já partiram, outras porque estão ausentes, porque estão longe, porque estão embrenhadas no seu quotidiano louco.

Enfim.

Isto de sentir a solidão é complicado. Isto de querer sugar a vida é difícil.

Querer ser feliz é...um mistério que só se descobre quando se sente.

Paulo Coelho diz que um Guerreiro da Luz não deve agir precipitadamente, não deve dizer sim quando o seu coração diz não, deve meditar e ouvir a voz do seu coração. Jamais deve sentir a paz monótona das tardes de Domingo.

Será assim que me proponho a viver esta vida: de forma intensa, mas não precipitada; de forma suave, mas marcante; de forma a que nunca sinta que o amanhã já não pode ser diferente.

Só isto.

Amanhã será um outro dia. Com mais garra, com mais força.

Ainda que só, há momentos em que acredito em mim.

E o regresso será só e isto mesmo: sentir até ao limite, viver, não de forma desesperada, mas de forma sensata, transparente, verosímil e marcante, tal como um Guerreiro da Luz o sabe fazer.


Bárbara de Sotto e Freire

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Para ti!

Este post é para ti. Sim, para ti. Não hesites quando o leres. Sabes exactamente quem és!
Poderia dizer que ás vezes a saudade me faz "bater mal", e quando falo de vocês me vem uma lagrimazita ao olho. É inevitável.
Sabes que poderia apontar muitos motivos para dizer porque é que aquela casa me marcou tanto.
Poderia dizer que foi pelo facto de ter sido o meu primeiro emprego. Talvez.
Mas diria antes que foi pelas pessoas com quem trabalhei no meu primeiro emprego. Pelas pessoas que me ensinaram a vender, pelas pessoas que me disseram que a produtividade não era eu mas um grupo, uma equipa. Pelas pessoas que poderiam parecer frias quando tinham de dispensar um elemento, mas que vinham cá fora fumar antes e depois de o fazer, para afastar os nervos, a tristeza, o stress, e a posição (ingrata) que eram obrigadas a tomar. Foi pelas pessoas com quem eu trabalhei que eu entrava mais cedo e saía mais tarde, independentemente do cansaço, independentemente do sucesso ou do insucesso daquele dia. Foi pelas pessoas daquela casa, que eu aprendi a dizer "sou campeã", "Oh meu Deus que sois tão bom", ou a adaptar a célebre música das doce.
Mas também foi por mim, por me sentir feliz, acolhida, bem sucedida, que eu fiz tudo. Sei que estou a ser egoísta, mas também foi por mim. Porque enquanto eu estava ali, a falar com clientes, com os meus tecos, a fazer n campanhas, era eu própria, percebes?
Lembras-te dos livros que me emprestavas e que eu lia avidamente? Das nossas conversas sobre Vargas Llosa, sobre Fernando Pessoa, sobre as vinhas do Douro, sobre tudo o que há para falar, para ouvir e escutar? Lembras-te dos nossos cafés, e dos nossos cigarrinhos ao fim da tarde, antes do turno das 18h?
Eu lembro-me de tudo. Tudo ficou impresso na minha alma, de modo que ainda hoje, diariamente eu vos lembro, e quase vos venero. E quando me aparecem aqueles clientes menos simpáticos eu lembro-me de ouvir "atitude gera atitude", e quando tenho trabalho e mais trabalho e mais trabalho lembro-me de ouvir "há tarefas urgentes e importantes", e quando tenho casos bicudos e quero vender, lembro-me do SCRIPT, e do "não pressiones, impressiona", e lembro-me de ti a "calçares os sapatos do cliente", falando de vinhos e de pratos típicos, e de tudo e mais alguma coisa! E quando tudo parecia perdido lá vinha a reza e a reza trazia sapiência. E ao fim do dia perguntavam-me "quantos conseguimos?" e eu era uma princesa feliz.
Tudo me foi generosamente oferecido, e foi preciosamente guardado
Tenho em vocês um tesouro, em ti uma amiga.
E em dias árduos, em que as personalidades chocam, e as rivalidades se cruzam, tenho em vocês a força e a coragem para respirar fundo e lembrar-me do quanto me faria bem uma vodka preta com limão.
Por falar nisso estou a dever-te uma; quando marcamos?
Um abraço em nome da lucidez que me transmitem, e da saudade que me mantém viva, por saber que a vodka está para breve.
Bárbara de Sotto e Freire
P.S.: As citações deste post são todas elas de vendedores de excelência do call center Ferreira Dias. Cabe-me a honra de dizer que trabalhei com todos eles.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Desabafos - Fevereiro II

Faltam exactamente dois meses e um dia. Ou então... faltam exactamente dois meses.
Tudo depende da perspectiva.
Passou exactamente um ano e quatro meses. Sinto MUITO a vossa falta.
Bárbara de Sotto e Freire

sábado, 3 de outubro de 2009

03 de Outubro de 2008

Lembro-me de ti como se fosse ontem. Tão real como foste no sonho que tive esta noite. Tão etérea como o perfume que te acentuava a personalidade. Tão frágil e tão forte. Lembro-me de ti. Tenho saudades tuas. Hoje queria abraçar-me a ti e chorar e rir. Só porque sim. Só porque me apetece. Só porque passou um ano desde então. Só porque acredito em sonhos.

Há um ano atrás acreditava que vestir uma camisola era dar tudo por ela. Era vender um sonho real. Era ser a voz de uma empresa, e ao mesmo tempo apenas um membro de uma equipa. Era ter de dar tudo por tudo, nem que isso significasse dormir no call center. Para mim trabalhar, não era trabalhar... Era um prazer. Mesmo quando eles davam luta, mesmo quando eles desistiam e eu ficava furiosa. Era levantar-me, pela manhã, com entusiasmo. Passado um ano, vejo este filme, de uma forma diferente. Sabes, é como se me estivesse a analisar a mim mesma, como se fosse, hum, auto-psicóloga, percebes?!

Neste momento acredito nos mesmos valores, continuo a acreditar no "não pressiones, impressiona", mas o mundo, o meu mundo, não é tão coeso, tão sólido, tão estruturado, tão unido, tão feliz, como era nesse "mundo laranja". Ás vezes sinto que luto contra a corrente, e apesar de saber onde estou, não sei bem por onde vou. É como se a vida fosse como um capuccino, ao mesmo tempo doce e amargo, ou então é como aquele perfume angel ou demon: permanentemente os dois lados da moeda.

Sabes, no fundo acredito que um dia, que espero que não demore muito, vou estar em paz, comigo, com o mundo e com Deus, vou conseguir deixar o trabalho no trabalho, saborear a vida de uma forma tranquila, e dormir descansada. Até lá resta-me aprender.
Um dia de cada vez. Cada minuto no seu tempo.
Mas hoje espero que passe lento.

O motivo desta carta? Acredito no sinal oculto dos sonhos. E apesar não os saber interpretar, senti que tinha isto tudo para te contar. Nada de importante, como vês.
Espero, que com esta carta, sintas também que me ensinas-te muita coisa, e uma delas foi a cultivar a amizade, porque "ninguém é feliz sozinho, nem mesmo na eternidade".

Até sempre,

Bárbara de Sotto e Freire

terça-feira, 31 de março de 2009

As regras da sensatez - Não, não é verdade!!! - II

É bom saber que as pessoas não mudam, especialmente as pessoas que achamos especiais.

É bom saber que continuas a usar o mesmo perfume, Uchance da Channel, com espirito imbativel e genuína. É bom saber que continuas com esse ar de sono, e quando te pergunto o que andas-te a fazer, tu dizes o que sempre disses-te:"estou cansado". É bom saber que continuas com a tua boa disposição, e com a pergunta de sempre: "já foste à faculdade?!". Qual pit bull, qual quê?!!! É bom saber que continuas com esse teu bom humor contagiante, e essas piadas que só podiam ser tuas, e esse teu poder de negociação, e o facto de seres tu... É bom saber que quando me vês fazes um ar de espanto, e dizes... "Zázá!!!" É bom saber que continuas distraída mas atenta, qual princesa afecta à qualidade. É bom saber que a tua vida é preenchida e que corres do escritório para o call center sempre com um grande sorriso. É bom saber que continuas igual a ti mesma. E tu, claro, estás igual a sempre, de um lado para o outro, aquela energia que só os gémeos podem ter, e aquele sorriso que só podia ser teu. É bom saber que continuas igual, com um extremo sentido profissional, e minha amiga, independentemente dos meses que já lá vão. E acredito que aqueles que não vi também estão iguais...

E venho para casa cheia, repleta daquilo que um dia também foi meu, e trago um bocadinho de cada um de vocês.

É bom saber que também eu continuo a mesma, mas só porque não estou com vocês, fiz um delete a parte do meu disco duro (também estás igual...) e formatei-o com pedacinhos dos vossos dados. É bom saber que a partir do momento em que fui capaz de mudar, fui capaz de trazer a mim aquilo que vocês são, que vocês me ensinaram, que têm de melhor, e de mais caricato.

É bom saber tudo isto e muito mais. Um muito mais que não se exprime, mas se sente, apenas.

...

Bárbara de Sotto e Freire

quarta-feira, 25 de março de 2009

As regras da sensatez - Será que é verdade? - I

"Nunca voltes ao lugar
Onde já foste feliz
Por muito que o coração diga
Não faças o que ele diz

Nunca mais voltes à casa
Onde ardeste de paixão
Só encontrarás erva rasa
Por entre as lajes do chão

Nada do que por lá vires
Será como no passado
Não queiras reacender
Um lume já apagado

São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta é de vez

Por grande a tentação
Que te crie a saudade
Não mates a recordação
Que lembra a felicidade

Nunca voltes ao lugar
Onde o arco-íris se pôs
Só encontrarás a cinza
Que dá na garganta nós

São as regras da sensatez
Vais sair a dizer que desta é de vez"
As regras da sensatez
Carlos Tê, Rui Veloso
Bárbara de Sotto e Freire

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Feiticeira

«De que noite demorada
Ou de que breve manhã
Vieste tu, feiticeira
De nuvens deslumbrada
De que sonho feito mar
Ou de que mar não sonhado
Vieste tu, feiticeira
Aninhar-te ao meu lado
De que fogo renascido
Ou de que lume apagado
Vieste tu, feiticeira
Segredar-me ao ouvido
De que fontes de que águas
De que chão de que horizonte
De que neves de que fráguas
De que sedes de que montes
De que norte de que lida
De que deserto de morte
Vieste tu feiticeira
Inundar-me de vida.»
Luís Represas
Bárbara de Sotto e Freire

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Porque...

Tenho aquele magnífico postal na cómoda do meu quarto, e relembro-vos com saudade.

Saudade de dar volta a desistências, saudade de me sentir "frustada" com as mesmas. Saudade da boa disposição, do ânimo e do alento que é uma equipa atrás de telefones. Saudade de fazer rotas para os meus tecozinhos, e deles reclamarem. Saudade de uma jantarada, e da famosa vodka preta... ou água... Saudade de me chamarem princesa, Zázá, má, ou simplesmente BSF.

Porque há coisas que nunca se esquecem. Há coisas que nunca mudam...

«Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não.»
Sophia de Mello Breyner Andresen
Bárbara de Sotto e Freire

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Saudade


«Para sempre é muito tempo.
O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.»
Mário Quintana

Barbara de Sotto e Freire

Os sons da memória

Lembro-me do Euro 2008, do anúncio da cerveja, da espera que o filme comece a passar no grande écran. Evoco a cor laranja da Optimus e todas as fantásticas memórias que isso me traz.

Independentemente de ser uma música sensação, ou uma música eterna, para mim é fascinante.

«All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true...I was made for you
I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
You doI was made for you
You see the smile that's on my mouth
It's hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...
All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them toIt's true...
I was made for you»


Brandi Carlile


Bárbara de Sotto e Freire